Saneamento e Governança
Este blog foi criado durante o processo de aprendizagem sobre Gestão Pública e Organização dos Serviços Públicos, através da Disciplina ministrada pelo Professor Dr. Enrique José Varela Alvarez, da Universidade de Vigo.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Nossa Proposta de integração entre o cidadão e as instâncias envolvidas com o Saneamento em São Paulo, visando o maior conhecimento, participação na governança e solução de problemas.
OBSERVATÓRIO DO ESGOTAMENTO
Objetivos Gerais:
1. Evitar
o esgotamento do serviço de abastecimento de água e melhorar a qualidade dos
mananciais;
2. Criar
instrumentos participativos de gestão e monitoramento da implantação dos
serviços de coleta e tratamento de esgoto.
Objetivos Específicos:
ü
Criar um sistema interativo para acompanhamento
do estado de conservação das bacias hidrográficas e possibilitar a indicação das
necessidades de implantação de rede de coleta e tratamento de esgoto pelas
comunidades (com mapa georreferenciado que permita inserção de dados pelos
cidadãos);
ü
Criar um canal de diálogo entre o cidadão, a Prefeitura
e a Empresa detentora da concessão dos serviços de saneamento (atualmente
Sabesp), visando integrar esforços para a solução dos problemas e a definição de
forma conjunta das prioridades para melhoria dos serviços;
ü
Realizar alianças e parceria institucionais para
o atendimento das demandas dos cidadãos e composição de um Conselho integrador
e paritário, incluindo membros de algumas Secretarias (como as de Saneamento,
Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano, Educação, Orçamento), Ministério
Público, Cetesb e IBAMA (que fazem a fiscalização ambiental nos corpos d’água),
Representantes das comunidades, Organização não governamentais - ONGs, Centros
tecnológicos e Universidades. Estes poderão contribuir na difusão de novas tecnologias
para melhoria no uso da água (educação, combate ao desperdício, reuso, utilização
de água da chuva, aperfeiçoamento no sistema de distribuição, etc.), na melhor
conservação das bacias hidrográficas (proteção das nascentes, recuperação das
matas nas margens dos rios, fiscalização da ocupação irregular, etc.) e no tratamento
de dejetos (incluindo a ampliação da rede de coleta e tratamento de esgoto, implantação
de fossas sépticas em locais adequados, sistemas de biodigestores, fiscalização
de indústrias, etc.);
ü
Ter um canal de troca de informações e notícias
de fácil acesso para o cidadão.
Serviço direto para o usuário:
1. Balcão
de consulta de informações sobre saneamento e conservação dos recursos
hídricos, recebimento de reclamações, solicitação de serviços, monitoramento do
andamento de obras, orientações para participação de conselhos gestores.
2. Site
interativo com os mesmos serviços do Balcão.
Início das reflexões para a elaboração de uma proposta do grupo
Pergunta
principal:
Como prover um sistema sustentável de acesso a água e
tratamento esgoto na cidade de São Paulo, para as presentes e futuras gerações?
Energia:
A vida!
Pensando fora da caixa: como diversificar as opções de saneamento básico das cidades?
Um dos principais desafios para os gestores públicos, muitas vezes, não é aplicar o orçamento para a prestação de serviços públicos, e sim, ser criativos para diversificar as técnicas de saneamento básico, pensando não apenas na contratação de empresas que seja eficientes e eficazes na execução e operacionalização dos serviços, mas diversificando a matriz do problema, ou seja, abrindo as possibilidades para que outros agentes e atores da sociedade possam contribuir para as soluções do problema de saneamento básico em uma cidade como São Paulo.
Um exemplo foi demonstrado pela química Milena Boniolo durante o TEDxSP em 2011. Daí fica a pergunta: como uma tecnologia social e inteligente, de baixo impacto, que agrega valores ambientais e mitiga não apenas o problema do saneamento, mas o desperdício de alimentos, (ou seja, sustentável) não é patrocinada pelo Poder Público?
Vejam o vídeo, avaliem e comentem!
Um exemplo foi demonstrado pela química Milena Boniolo durante o TEDxSP em 2011. Daí fica a pergunta: como uma tecnologia social e inteligente, de baixo impacto, que agrega valores ambientais e mitiga não apenas o problema do saneamento, mas o desperdício de alimentos, (ou seja, sustentável) não é patrocinada pelo Poder Público?
Vejam o vídeo, avaliem e comentem!
Agência Nacional de Águas tem página com podcasts de campanhas
A Agência Nacional de Águas (ANA) reúne em seu portal podcasts em mp3 disponíveis para download gratuito. Lá você pode encontrar diversas informações sobre campanhas desenvolvidas pela Agência e outros organismos públicos, com conteúdos específicos e educativos como “Saneamento básico”, “Escassez de água”, “Enchentes” e “Geração de Energia”.
Todo esse conteúdo integra o projeto “Água é Vida. E vida não se desperdiça”, realizado pela agência em parceria com a Rádio Câmara. Destaque também para a campanha sobre a Declaração dos Direitos da Água da Organização das Nações Unidas (ONU).
O material das campanhas pode ser reproduzido gratuitamente por qualquer emissora, desde que citada a fonte. Visite e divulgue você também! ;D
Sobre a ANA
A Agência Nacional de Águas (ANA) é uma agência reguladora, criada como desdobramento da Lei nº 9.443/97 (também conhecida como Lei das Águas). Esta legislação atribui ao Poder Executivo Federal a tarefa de implementar o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh) e a Política Nacional de Recursos Hídricos.
Além disso, criou uma autoridade responsável pela emissão de outorgas de direito de uso de recursos hídricos em rios sob domínio da União, ou seja, aqueles que atravessam mais de um estado, os chamados "transfronteiriços", e os reservatórios construídos com recursos da União.
À ANA cabe disciplinar a implementação, a operacionalização, o controle e a avaliação dos instrumentos de gestão criados pela Política Nacional de Recursos Hídricos. Dessa forma, seu espectro de regulação ultrapassa os limites das bacias hidrográficas com rios de domínio da União, pois alcança aspectos institucionais relacionados à regulação dos recursos hídricos no âmbito nacional.
Todo esse conteúdo integra o projeto “Água é Vida. E vida não se desperdiça”, realizado pela agência em parceria com a Rádio Câmara. Destaque também para a campanha sobre a Declaração dos Direitos da Água da Organização das Nações Unidas (ONU).
O material das campanhas pode ser reproduzido gratuitamente por qualquer emissora, desde que citada a fonte. Visite e divulgue você também! ;D
Sobre a ANA
A Agência Nacional de Águas (ANA) é uma agência reguladora, criada como desdobramento da Lei nº 9.443/97 (também conhecida como Lei das Águas). Esta legislação atribui ao Poder Executivo Federal a tarefa de implementar o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh) e a Política Nacional de Recursos Hídricos.
Além disso, criou uma autoridade responsável pela emissão de outorgas de direito de uso de recursos hídricos em rios sob domínio da União, ou seja, aqueles que atravessam mais de um estado, os chamados "transfronteiriços", e os reservatórios construídos com recursos da União.
À ANA cabe disciplinar a implementação, a operacionalização, o controle e a avaliação dos instrumentos de gestão criados pela Política Nacional de Recursos Hídricos. Dessa forma, seu espectro de regulação ultrapassa os limites das bacias hidrográficas com rios de domínio da União, pois alcança aspectos institucionais relacionados à regulação dos recursos hídricos no âmbito nacional.
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